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Joana amava João.
Amava tanto, mas tanto,
que não podia vê-lo com outra mulher.
Joana adorava tanto João, mas tanto,
que não podia vê-lo sorrir.
Se não fosse para ela.
Joana gostava tanto de João,
que chorava rios se ele deixasse de encontrá-la.
Até para visitar a própria mãe.
Joana era tão apaixonada por João,
que queria que ele ficasse sempre ao lado dela,
respirasse o mesmo ar que ela,
andasse no mesmo ritmo que ela,
fizesse todas as coisas para ela,
morresse de amores por ela.
A amor de Joana era tal,
que sua razão era sombra.
A paixão de Joana era tal,
que sua razão era fato.
Mas tem gente que sabe:
João amava tanto Joana, mas tanto,
que deu a maior prova de seu amor.
Joana não entendeu;
ele a trocou por Ana.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
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2 comentários:
NOSSA Chell!
Ótimo texto...
lembrei da minha monografia sobre o ciúme...
muito bom mesmo!
Gostei tb, principalmente da escolha dos nomes, para o casal que se separa e a chegada da "Ana" para destoar com a combinação dos nomes iniciais.
=D
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