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Há décadas, centenas de pessoas alegam, sofregamente ou não, que são “o último dos românticos”. Outras tantas, menos pretensiosas, disseram apenas que o romantismo está morrendo, ainda que de maneira lenta e agonizante. Finalmente, as mais céticas – ou amargas mesmo - chegaram à conclusão de que o romantismo já bateu as botas há muito tempo. Afinal, qual seria a explicação para que elas nunca conseguissem um namorado?
Mas o que é ser romântico?
Se a gente parar para pensar, ser romântico não é nada mais do que demonstrar atenção para com quem se ama ou corteja, fazendo-o sentir-se especial, geralmente utilizando-se de grandes clichês como ferramentas. Os mais céticos – ou desiludidos mesmo – acham estas “gestualidades” supérfluas e desnecessárias, afinal, não existe a mínima necessidade de frisar o óbvio.
Se a gente parar para sentir, ser romântico não é nada mais do que entregar-se sem reservas, deixar tudo o que se sente ser convergido em palavras ou atitudes, por vezes desvairadas e destemidas, pois, se a pessoa amada entender, está tudo bem. Os mais entregues – ou sonhadores mesmo – julgam que só há vida após o amor, cantando isso desavergonhadamente aos quatro ventos.
O que eu acho? Bem, juntem os dois parágrafos anteriores, misturem bem e dividam por dois. Uma porção dessas é o ideal para mim. Mas, o grande quê, na realidade, é que quem importa mesmo nestas questões de sentimentalidades é a outra pessoa. A gente bem que se esforça para ser egoísta, mas, quando o tal do cupido faz seu serviço bem feito (não tem quem me convença que esse bicho sádico é um anjinho de bundas gordas), pronto, já era, lascou.
Na verdade, na verdade, tudo não passa de uma questão de sinceridade e coragem. Sinceridade para ser honesto consigo mesmo e coragem para se entregar. Sim, dá um medo danado de fazer isso, mas pular desse precipício é libertador. Falo por experiência.
E, para não fugir à regra, revelarei quando tudo isso me veio à mente. Há alguns dias, estava eu andando de carro com meu namorado. Ele, não tão inesperadamente, observando um rapaz que vendia rosas, perguntou-me demonstrando toda a sua sensibilidade: “Ei... acho que vou comprar uma flor dessas aí pra ti. Tá afim?”. Pois é... Podem rir, eu também ri na hora. Mas, para mim, isso não deixa de ser romantismo. Quem raios vai me convencer do contrário? Já pulei do precipício mesmo!...
Mas o que é ser romântico?
Se a gente parar para pensar, ser romântico não é nada mais do que demonstrar atenção para com quem se ama ou corteja, fazendo-o sentir-se especial, geralmente utilizando-se de grandes clichês como ferramentas. Os mais céticos – ou desiludidos mesmo – acham estas “gestualidades” supérfluas e desnecessárias, afinal, não existe a mínima necessidade de frisar o óbvio.
Se a gente parar para sentir, ser romântico não é nada mais do que entregar-se sem reservas, deixar tudo o que se sente ser convergido em palavras ou atitudes, por vezes desvairadas e destemidas, pois, se a pessoa amada entender, está tudo bem. Os mais entregues – ou sonhadores mesmo – julgam que só há vida após o amor, cantando isso desavergonhadamente aos quatro ventos.
O que eu acho? Bem, juntem os dois parágrafos anteriores, misturem bem e dividam por dois. Uma porção dessas é o ideal para mim. Mas, o grande quê, na realidade, é que quem importa mesmo nestas questões de sentimentalidades é a outra pessoa. A gente bem que se esforça para ser egoísta, mas, quando o tal do cupido faz seu serviço bem feito (não tem quem me convença que esse bicho sádico é um anjinho de bundas gordas), pronto, já era, lascou.
Na verdade, na verdade, tudo não passa de uma questão de sinceridade e coragem. Sinceridade para ser honesto consigo mesmo e coragem para se entregar. Sim, dá um medo danado de fazer isso, mas pular desse precipício é libertador. Falo por experiência.
E, para não fugir à regra, revelarei quando tudo isso me veio à mente. Há alguns dias, estava eu andando de carro com meu namorado. Ele, não tão inesperadamente, observando um rapaz que vendia rosas, perguntou-me demonstrando toda a sua sensibilidade: “Ei... acho que vou comprar uma flor dessas aí pra ti. Tá afim?”. Pois é... Podem rir, eu também ri na hora. Mas, para mim, isso não deixa de ser romantismo. Quem raios vai me convencer do contrário? Já pulei do precipício mesmo!...

2 comentários:
Texto muito bonito chell...
O bom é que se o salto der errado vamos estar todos nos lá :P
Ai, ai... Love is in the air...
Hehehehe
Bjins, Chell!!
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